segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Complexidade da maçã

A complexidade extrema das coisas simples,
O jogo, a avaliação,
O carimbo da certificação,
O mar, só aproximadamente verde, azul, cinzento
E a certeza e confusão de quem não se confunde nem tem certezas,
O jogo, o jogo, o jogo, o jogo
E a adrenalina da vida, demasiada, corroendo as veias,
As veias que se apertam nessa cavalgada insana,
Útil, inútil, útil, inútil, algo...
Fiquei sem palavras, simples e complexas,
Numa palavra, quero silenciar-me.
Dêem-me um café duplo e um calmante forte...



Imagem de www.karenluk.net (de Karen Luk; my excuses to Karen or anybody else in the same situation, but if I had to wait for permissions in a blog that doesn't bring any money in, nobody's pictures would ever be here... Thanks for understanding).

Poema de Joaquim Camarinha

4 Comments:

Blogger Lila Magritte said...

Eu também preciso um café forte todo o santo día, para correr ao ritmo da sociedade mecánica y fiera com o seu jogo macabro, mais o tranquilizante nao... logo ficamos demasiado tempo bajo terra e muito tranquilos. Ainda podemos façer alguma coisa.
O mundo como é nao funciona. Mas tenho a esperança de que cambie favorabelmente sua rotaçao e traslaçao cuando encontro poetas que agitan a red com as suas palavras. Crejo que é possivel propagarlas.

Beijos-besos.

4:37 da tarde  
Blogger Alma said...

Que imagem!
Café duplo sempre, calmante nunca.
beijinhos meu poeta.

10:30 da manhã  
Blogger Jorge Simões said...

Obrigado a ambas.
Devo dizer que isso dos cafés duplos e calmantes fortes é coisa minha... O Eu, por exemplo, não pede os seus cafés duplos e opta por calmantes mais fraquitos. :)

4:33 da tarde  
Blogger Lila Magritte said...

Ja..jajajaja...jaja
a liberdade de escolher o veneno.

2:28 da tarde  

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