quarta-feira, julho 22, 2009

Vento





O vento veloz volteia
Em aliterações de canções
Que é feito dos meus Verões
Que sobrevivem na ideia
Que é feito daquele pomar
Do sol penetrando o Outono
Dos dias longos de sono
E a terra toda a vibrar
Que é feito de quem se perdeu
Tantas certezas partidas
No movimento das vidas
Que um temporal varreu
O sol que eu pressentira
Perpétuo, manso e enorme
O ontem que agora dorme
Como se nunca existira


Imagem de: http://fantasyartdesign.com.

2 Comments:

Blogger pdah said...

Caríssimos: adianto que o meu novo livro está a venda nos seguintes locais:

Livraria Trama , Lisboa
Livraria Poesia Incompleta , Lisboa
Livraria Pó dos Livros , Lisboa
Livraria Letra Livre , Lisboa

...em breve espero tê-lo em Évora, Porto e Faro.

O lançamento será algures em Setembro, algures em Lisboa. Não foi agora devido às providências cautelares interpostas pelos dois maiores partidos com assento parlamentar, a santa inquisição, várias obediências maçónicas e um talhante de Paderne.

Para saberem mais, é apenas visitarem

http://pdaherois.blogspot.com

11:25 da tarde  
Blogger Jorge Simões said...

Confesso que estive quase a deixar que o vento levasse este prospecto propagandístico que por cá irrompeu extemporaneamente. No entanto, decidi visitar o blog e li o poema a que, confesso, achei graça (e, do que por aí anda, acho graça a poucos). Assim, aqui fica o panfleto com votos de sucesso.

10:04 da manhã  

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