quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Pleno dia e todos dormem (um sono sem sonhos)





Eis todos afogados em ópio transcendente
Penumbra do olhar que impede o olhar em frente
O ópio nacional que mata lentamente
Que esvazia de sonhos o coração e a mente
O coro de inverdades, chalaças, crimes frios
A relatividade descrente e aceitante
Memória de bactéria com peso de elefante
E o ópio torna o homem certeiro e hesitante
E torna-nos piores num Portugal errante
Cobrindo em maquilhagem tantos olhares vazios


Imagem de: www.portugal.intercambiocultural.com.br/.

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