quinta-feira, junho 29, 2006

A toupeira


Não me digas o que não me dizes,
Não caias nesse buraco...
Cobre os pensamentos de mortalhas,
Sequer te confies à sombra inescapável...
Não sejas hipócrita, escava somente um abrigo
E nunca sorrias com vácuo no olhar.
És um ser fraco, assim Deus te quis...
A irracionalidade domesticou-te os passos...
Confessa, és um animal!
Adapta-te, sobrevive até mais ver,
Que, algum dia, ambos iremos morrer.


Imagem de www.purdue.edu.

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